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domingo, 9 de janeiro de 2011

Literatura Brasileira



Os jovens hoje em dia não se interessam mais em literatura, não gostam de ler, só gostam de revistas teens, ler sobre artistas internacionais, e tweets. Se parassem e vissem o que à por traz de cada livro de cada autor, é uma riqueza nacional que ninguém mais dá valor. Eu amo ler e me interesso por Literatura Nacional, por isso vou postar a sinopse de alguns livros da nossa rica literatura.




Dom Casmurro: Dom Casmurro é um romance do escritor brasileiro Machado de Assis. Foi publicado em 1899, e é um dos
livros da literatura brasileira mais traduzidos para outros idiomas. Em Dom Casmurro, encontramos a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo nenhuma cena que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões. O fato de o autor escrever o romance em capítulos curtos, com títulos explicados posteriormente e de utilizar citações de obras importantes e personagens históricos, em frases curtas, facilita a leitura e prende o leitor. Machado de Assis permite, ao deixar o final com uma questão em aberto, que um mesmo leitor retome o livro e tire diferentes conclusões a cada vez que o relê.


Grande Sertão: Veredas O sertanejo Riobaldo relembra o passado e conta a seu compadre sobre suas andanças no sertão entre Minas Gerais e Bahia. Conta sobre o bando a que pertencia, as guerras e aventuras; e sobre sua amizade com um certo Diadorim.


Memórias Póstumas de Brás CubasUma das mais populares obras do autor, o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas foi publicado, originalmente, em 1880, em capítulos, como folhetim, na Revista Brasileira. Em 1881, saiu em livro causando espanto crítica da época, que se perguntava se o livro tratava-se de fato de um romance: a obra era extremamente ousada do ponto de vista formal, surpreendendo o público atento acostumado tradicional fómula romântica. Narrada pelo defunto Brás Cubas, que escreve a prpria biografia a partir do túmulo (sendo, portanto, segundo o próprio, no um autor-defunto, mas o primeiro defunto-autor da história). Começa suas memórias com uma dedicatória que antecipa o humor e a ironia presente em todo o livro: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas Memórias Póstumas".



O Cortiço: João Romão, português ambicioso, compra pequeno estabelecimento comercial na cidade do Rio de Janeiro ao lado do qual morava uma escrava fugida (Bertoleza) que possuía uma quitanda e algumas economias com quem João Romão passa a viver. Com o dinheiro de Bertoleza, o português compra algumas terras, aumentando seu patrimônio e
forja uma carta de alforria para sua companheira. Com o decorrer do tempo, João Romão começa a construir casas (verdadeiros cubículos!) que passam a compor um movimentado cortiço ao lado do qual vem morar outro português, o Miranda, de classe média alta, cuja mulher leva vida irregular. Miranda não gosta nem um pouco da proximidade com o cortiço onde moram os mais variados tipos: brancos, pretos, mulatos, lavadeiras, malandros, assassinos, vadios, benzedeiras, etc., dentre os quais se destacam: Machona, lavadeira escandalosa; Alexandre, mulato antipático; Pombinha, moça boa que acaba por se prostituir; Rita Baiana, mulata faceira; Firmo, malandro valentão; Jerônimo e sua mulher, e outros mais. No cortiço há várias festas. Nelas, Rita Baiana, provocante e sensual, enlouquece a todos os homens causando brigas que culminam numa verdadeira “guerra” entre o cortiço de João Romão ("Cabeça-de-gato") e o cortiço vizinho (“Carapicus”). Porém, um incêndio em vários barracos do “Cabeça-de-gato” põe fim à briga coletiva. João Romão, agora endinheirado, reconstrói o cortiço e decide casar-se com Zulmira, filha de seu vizinho Miranda. Só há uma dificuldade: Bertoleza. João Romão tem um plano para livrar-se dela: denuncia aos antigos proprietários da escrava seu atual paradeiro. A escrava, com a chegada da polícia, compreende o que estava acontecendo e corta o ventre com a faca com que preparava a refeição de João Romão, morrendo diante de seus olhos. Ironicamente, abolicionistas aguardam na sala de João Romão para entregar-lhe um título de benfeitor benemérito.


Existem muitas outras maravilhas no mundo da Literatura, que eu vou postar mais pra frente.

Espero que agora vocês se interessem mais pela leitura.



3 comentários:

Jeannine Xavier - ( Jeam'x ) disse...

Pois é... concordo que, infelizmente, hoje em dia, são poucos os jovens que gostam de ler, são raríssimos os que reservam alguns minutos/horas de seu dia para poder apreciar uma bela leitura... Já faz tanto tempo que nem criança com revista em quadrinho eu vejo na rua...(tenho 22 anos) e quando mais nova, conhecia tantos coleguinhas que compravam revistinhas... e hoje, nem isso...
Infelizmente agora só se reserva tempo para internet... e sabe qual o pior? mesmo que tenhamos acesso à sites que baixam livros/obras gratuitamente, não acontece de se dedicarem a leitura. E as vezes, tambem, nem se tem conhecimento desses tipos de sites.
Infelizmente as futuras gerações, podem vir a não conhecer um livro velho/antigo, talvez não possam mais sentir aquele cheirinho de "velho' quando se pega um livro n'um sebo qualquer e o folheia e vê uma traça 'pulando" pra escapar...

Jeannine Xavier - ( Jeam'x ) disse...

Como te seguir?
õ.Ô

Queem T ! disse...

Vim agradeçer a visita ao meu mais so de ver dois nomes nesse post esquecir de todo o resto : Dom Casmurro e Machado de Assis. um otimo livro e de dupla interpretaçao, vale apena ler .
Sucesso com o blog.

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